Como a grande maioria dos dispositivos USB é reconhecida automaticamente no sistema Linux, basta espeta-los em uma porta USB que a montagem será automática e erá criado um ícone na área de trabalho do usuário representando aquele dispositivo. At aqui tudo bem, mas nem sempre é assim. E se, por algum motivo, o dispositivo não for montado automaticamente? E se o objetivo for fazer um acesso ao dispositivo via shell script? Pois é, tem horas que é interessante a montagem automática, e tem horas que não.
Mas, como proceder? Simples. Entenda que os discos podem ser IDE ou SCSI/SATA. Sendo assim, para os discos IDE temos a nomenclatura hda, hdb, hdc etc e para os discos SCSI temos a nomenclatura sda, sdb, sdc etc. E sabendo disso, as distribuições tratam os dispositivos USB que armazenam dados como um segundo USB. Então, se há apenas um disco hda ou das, o dispositivo USB será reconhecido como sdb1, mas é preciso uma verificação para ter mais certeza, pois pequenas mudanças podem ocorrer.
Vamos pesquisar os discos existentes. Primeiro vamos procurar por HDs através dos comandos abaixo:
Seguindo essa linha de pensamento, descobrimos que o dispositivo USB foi reconhecido como sdb1. Esse é o procedimento correto para todos os dispositivos USB, caso eles não sejam detectados automaticamente em modo gráfico. E pelo modo texto usamos essa ideia:
O objetivo é de podermos acessar esse dispositivo e sabermos que o nosso disco principal é do tipo sda e que o disco secundário sdb foi reconhecido. O grande macete é você entender que esses dispositovos usam armazenamento ou servem para isso. O padrão do sistema de arquivos deles adotado é FAT (Window) ou VFAT (Línux).
Assim, em nosso exemplo, pela nossa análise sabemos que sdb1 será usado para acessar o pendrive, nesse caso, possui memoria para armazenamento e funciona como disco. Então criaremos no diretório /media um diretoria para esse dispositivo:
mkdir /media/nome_do_diretorio(que é uma pasta) - chamaremos esse diretório de pendrive
E agora as respectivas montagens dos dispositivos(lembrando que eles não estão montados). Após isso, o usuário poderá gravar seus arquivos normalmente. O sdb1 foi usado porque esse dispositivo foi reconhecido assim. Proceda de forma semelhante para outros dispositivos:
Agora é só usar o dispositivo, mas lembre-se que, se não for mais usar o dispositivo, terá que desmontá-lo, e para isso não poderá estar dentro dele. Para desmontar esses dispositivos use o comando a seguir:
umount /media/pendrive
Para críticas, dúvidas, sugestões comentem.
Fonte: Línux - Fundamentos e Práticas





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